As 14 cidades da Rota Bioceânica
De Campo Grande a Mejillones: guias das cidades cortadas pela Rota Bioceânica no Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.
- Campo Grande — Brasil: A Capital Morena — porta do Pantanal e hub da Rota Bioceânica.
- Sidrolândia — Brasil: Onde o agronegócio encontra o povo Terena, o cerrado e a logística que move um continente.
- Bonito — Brasil: Rios cristalinos de 40 metros de visibilidade — onde a lei de 1997 protege o que o turismo poderia ter destruído.
- Jardim — Brasil: Serra da Bodoquena, lagoas azul-esmeralda e a porta natural entre o Cerrado e o Pantanal.
- Porto Murtinho — Brasil: A última cidade brasileira antes da travessia — onde o Rio Paraguai separa dois mundos.
- Carmelo Peralta — Paraguai: Primeira cidade paraguaia — do outro lado da ponte bioceânica, o Chaco começa aqui.
- Filadélfia — Paraguai: Colônia menonita que transformou o deserto do Chaco em polo agroindustrial.
- Mariscal Estigarribia — Paraguai: Novo polo logístico do Chaco — cruzamento estratégico entre a Rota Bioceânica e a Transchaco.
- Tartagal — Argentina: Cinco povos originários, a floresta das Yungas e o carnaval multicultural mais vivo do norte argentino.
- Salta — Argentina: A alma folclórica dos Andes argentinos — colonial, vibrante e portão para as nuvens.
- Jujuy — Argentina: Quebrada de Humahuaca, patrimônio da UNESCO — 10.000 anos de história nos cânions andinos mais coloridos do mundo.
- Antofagasta — Chile: Onde o Atacama beija o Pacífico — capital do cobre, dos observatórios e da maior vista continental do oceano.
- Iquique — Chile: Porto histórico, duna urbana de 400 metros e a memória salitreira que moldou o Chile moderno.
- Mejillones — Chile: O encerramento simbólico da travessia continental — porto artesanal, camanchaca e o pôr do sol mais emocionante do Pacífico.