Campo Grande movimentou US$ 268 milhões pela Rota Bioceânica

Capital de Mato Grosso do Sul registrou US$ 268 milhões em movimentação comercial pela Rota Bioceânica, reforçando o papel do município no corredor Atlântico-Pacífico.

Campo Grande registrou uma movimentação de US$ 268 milhões pela Rota Bioceânica, segundo informações divulgadas pelo portal Correio da Manhã. O volume reforça a posição da capital de Mato Grosso do Sul como um dos principais polos econômicos do corredor que liga o Brasil ao Pacífico, passando por Paraguai, Argentina e Chile.

Papel da capital no corredor

Campo Grande é a maior cidade do trajeto brasileiro da rota, que segue de Campo Grande a Porto Murtinho, na fronteira com o Paraguai, e daí atravessa Carmelo Peralta, Mariscal Estigarribia, Tartagal, Salta e Jujuy até os portos de Antofagasta, Iquique e Mejillones, no norte do Chile.

A movimentação de US$ 268 milhões evidencia o peso do município na articulação logística e comercial da rota, tanto na concentração de cargas quanto na conexão com cadeias produtivas do interior do estado.

Impacto para o eixo bioceânico

O desempenho de Campo Grande ocorre em um momento de avanço das obras e das discussões sobre a integração física entre os quatro países. A consolidação da rota tende a reduzir custos de transporte e ampliar o acesso de produtos brasileiros aos mercados da Ásia via portos chilenos.

O resultado reforça a expectativa de que o Corredor Bioceânico Atlântico-Pacífico amplie o fluxo de exportações e atraia novos investimentos em infraestrutura, serviços e logística ao longo de todo o trajeto.

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