Inovação tecnológica no Corredor Bioceânico deve tornar rotas mais duráveis, diz MOPC
Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai destaca que novas tecnologias aplicadas ao Corredor Bioceânico permitirão construir rodovias mais resistentes e duradouras.
O Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) do Paraguai informou que a adoção de inovação tecnológica no Corredor Bioceânico permitirá a construção de rotas mais duráveis ao longo do traçado que liga o Brasil ao Chile, passando por território paraguaio.
Foco em durabilidade
Segundo o MOPC, o uso de novas técnicas e materiais busca aumentar a resistência das estradas frente ao tráfego pesado de cargas e às condições climáticas da região do Chaco, trecho central da rota bioceânica.
O Corredor Bioceânico Atlântico-Pacífico conecta Campo Grande, Sidrolândia, Bonito, Jardim e Porto Murtinho, no Mato Grosso do Sul, a Carmelo Peralta, Filadélfia e Mariscal Estigarribia, no Paraguai, seguindo para Tartagal, Salta e Jujuy, na Argentina, e até Antofagasta, Iquique e Mejillones, no Chile.
Infraestrutura como prioridade
A durabilidade das rodovias é considerada essencial para garantir eficiência logística e competitividade à rota, que tem na exportação e no escoamento de produtos sul-americanos para os portos do Pacífico um de seus principais objetivos estratégicos.
A informação foi divulgada pelo próprio MOPC, órgão responsável pela execução de obras de infraestrutura no Paraguai, país que abriga parte significativa do trajeto do corredor.